quarta-feira, 19 de abril de 2017

Pressupostos e Subentendidos

Pressupostos e subentendidos



São informações implícitas num texto, não expressas formalmente, apenas sugeridas por marcas linguísticas ou pelo contexto.
Os pressupostos são de mais fácil identificação, estando sugeridos no texto. Os subentendidos são deduzidos pelo leitor, sendo da sua responsabilidade.

Exemplos:
- Heloísa está cansada de ser professora.
Pressuposto: Heloísa é professora.
Subentendido: Talvez porque o salário é baixo ou há muita indisciplina.
- Infelizmente, meu marido continua trabalhando fora do país
Pressuposto: O marido está trabalhando fora do país e a mulher não está satisfeita com essa situação.
Subentendido: Talvez por ter melhor salário fora do país ou por não encontrar trabalho no seu país.

Pressupostos

Os pressupostos são informações implícitas adicionais, facilmente compreendidas devido a palavras ou expressões presentes na frase que permitem ao leitor compreender essa informação implícita. O enunciado depende dessa pressuposição para que faça sentido. Assim, o pressuposto é verdadeiro e irrefutável.
Exemplos de pressupostos:
- Decidi deixar de comer carne.
Pressuposto: A pessoa comia carne antes.
- Finalmente acabei minha monografia.
Pressuposto: Demorou algum tempo para terminar a monografia.
- Alunos que estudam de manhã costumam ter melhor rendimento.
Pressuposto: Há alunos que não estudam de manhã.
- Desde que ela mudou de casa, nunca mais a vi.
Pressuposto: Costumava vê-la antes dela mudar de casa.
Marcas linguísticas que facilitam a identificação de pressupostos:
  • Verbos que indicam fim, continuidade, mudança e implicações: começar, continuar, parar, deixar, acabar, conseguir,...
  • Advérbios: felizmente, finalmente, ainda, já, depois, antes,...
  • Pronome introdutório de orações subordinadas adjetivas: que
  • Locuções que indicam circunstâncias: depois que, antes que, desde que, visto que,...

Subentendidos

Os subentendidos são insinuações, informações escondidas, dependentes da interpretação do leitor. Não possuem marca linguística, sendo deduzidos através do contexto comunicacional e do conhecimento que os destinatários têm do mundo. Podem ser ou não verdadeiros e podem ser facilmente negados, visto serem unicamente da responsabilidade de quem interpreta a frase.

Exemplos de subentendidos:
- Quando sair de casa, não se esqueça de levar um casaco.
Subentendido: Está frio lá fora.
- Já tenho a garganta seca de tanto falar.
Subentendidos: Quero beber um copo de água ou quero parar de falar neste momento.
- Você vai a pé para casa agora?
Subentendidos: Eu posso lhe dar uma carona ou é perigoso andar a pé na rua a estas horas.


 Referências Bibliográficas

https://www.normaculta.com.br/pressuposto-e-subentendido/
imagem: www.google.com.br



COMPONENTES:
Cesioneli Schaff
Eline Ferreira
Janice Rodrigues
Sandra Pereira
Simone Nunes
Sionara Souza



Interpretação de texto: ambiguidade




Interpretação de Texto: Ambiguidade



Ambiguidade é considerada um vício de linguagem. É também chamada de Anfibologia. Ocorre quando há a duplicidade de sentido em palavras ou expressões do texto. Muitas vezes, certas orações não são constituídas com clareza. Acontece isto quando alguns termos apresentam entendimento ambíguo ou duvidoso. Isso pode acontecer quando são usadas palavras ou expressões que não possibilitam uma interpretação precisa. Neste caso há um entendimento duvidoso da sentença e a Ambiguidade se estabelece.
O objetivo da atividade é mostrar que, ao escrever, é preciso evitar a ambiguidade: a frase do cartaz permite diferentes leituras, diferentes interpretações.










Numa pizzaria, ao lado da porta de entrada, um cartaz avisava:



1.Como você interpreta esse aviso?



2. Leia o trecho abaixo:


Um rapaz entra, lê o cartaz, senta-se a uma mesa e pede ao garçom:

- Por favor, um suco.

O garçom esclarece:

- Se você não for comer alguma coisa, não poderei servir-lhe o suco. Você leu o aviso?

- Li – responde o rapaz. – Ele é óbvio e, por isso, inútil.

 - Desculpe – argumenta o garçom - , mas você não leu corretamente o cartaz.

 - Li, sim – diz o rapaz. – Vocês é que não o escreveram corretamente.

Responda:

a) Como o rapaz interpretou a informação do aviso, para considerá-lo óbvio?

b) Como a pizzaria esperava que os fregueses interpretassem a frase?

c) Fazendo as alterações necessárias, escreva a frase do cartaz, de modo que ela informe com clareza aos fregueses.

3. A sua interpretação da frase foi igual a do rapaz ou da pizzaria?

Resposta:
a) O cartaz dizia: "Se você não for comer", o correto seria: "Se você não comer".

b) Esperava que interpretasse que se o cliente não comesse algo, não poderia bebe.
    
c) Se não comer alguma coisa, não poderei servi-lhe o suco.
     

3 - A do rapaz.


EXEMPLOS DE AMBIGUIDADE:











vídeo sobre: Interpretação de texto: Ambiguidade.


Referências Biográficas:
vídeo: http:/www.youtube.com
htpp://www1.educação.pe.gov.br //
imagem: www.google.com.br
http://www.figuradelinguagem.com/ambiguidade/


COMPONENTES:
Cesioneli Schaff
Eline Ferreira
Janice Rodrigues
Sandra Pereira
Simone Nunes
Sionara Souza